Como é possível uma coisa destas, ter-se tornado numa razão de choro, de desilusão? Juro que não percebo. Foste sem dúvida o meu grande amor. E a minha grande desilusão. Volto, portanto, a ser só eu. Passados quase nove meses, volto a ser só eu. Entreguei-me de alma, corpo e coração. Nunca mais. Juro que nunca mais volto a fazê-lo. Partiste-me novamente o coração. E temo que desta, ele não se repare. Mesmo assim, amo-te. E vou-te amar sempre.
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