segunda-feira, abril 14, 2014

- Mor, chega aqui por favor. - pedi.
- Dois minutos! - grita Peeta.
Abre a porta. Olho e está o Peeta a entrar com a sua camisa aos quadrados vermelha e branca, seus jeans de ganga escura e descalço como tanto ele gosta de andar. E com aquele sorriso, que eu tanto gosto.
- Estou aqui. Porque me chamaste?
Sorrio. Sinto-me bonita ao sorrir para ele. - Tinha saudades tuas. - sussurro.
Sinto que estou corada e com uma cara igual à das crianças quando recebem a prenda que tanto queriam. Olho para ele, está como eu. És tão bonito meu otário.
- És uma peste. Estou a tentar arranjar a televisão e tu chamas-me para me dizer isso? - pergunta com um tom de felicidade por o ter feito.
Rio-me. - Amo-te, agora deixa-me trabalhar meu monstrinho! - olha para mim, sorri e dá-me um beijo no joelho.
- Amo-te. - penso para mim.

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